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Você me dá a receita?

Faz
alguns anos que comprei um livro de receitas e comecei a prepará-lo para dar de
presente para a esposa de um amigo. Um presente artesanal, porque comecei colar
receitas que tinham sido testadas por mim e que deram certo. Além disso, colei
figurinhas. Um mimo!
Mas,
quando estava nessa fase de preparo, soltei uma indireta e o marido dela disse
que ela não gostava e que tudo da cozinha deixava sob o encargo da empregada. Dei outro
presente, evidentemente.

Casei
sem saber fazer um purê de batatas. Não ia ser a cozinheira da casa, mas ter um
caderninho de receitas foi essencial. Tomei gosto e hoje tenho uns 5 – que são
a fonte também das minhas receitinhas que coloco aqui no blog.
E
quando eu penso que, na era digital, os caderninhos de receita estão em desuso,
eis que encontro um stand, com muitos deles, na última Feira Internacional de
Artesanato (Fenearte) que aconteceu no mês de julho, em Recife. 
Não lembro o nome do Stand, perdoem-me.

 Não são lindos?

Quem
nunca trocou uma receitinha? Aliás, todos nós temos uma receita nem que seja de
um pudim bem básico – isso falando apenas da culinária.

O
livro “Dona Benta”, edição 1982, por muito tempo foi o livro principal de minha
mãe. Faz alguns anos que ela me deu. Não uso com a frequência que ela usava.
Mas, tento guardá-lo com o mesmo carinho que fui presenteada.



Você
sabia que o livro de receitas foi considerado uma invenção da Grécia?

Segundo os historiadores, foi o poeta grego
Arquéstrato que no século IV a.C., costuma fazer detalhar nas suas anotações as
receitas características dos lugares que ele visitava. Para saber mais da
história, acesse aqui


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