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Com a chegada da maturidade

“Nossa vida começa cheia de possibilidades. 


Nossas vidas podem ser moldadas para sermos o que preferimos: de bailarinos a
astronautas ou treinadores de golfinhos.

Mas a maturidade vai estreitando nossas
opções. Logo somos forçados a escolher faculdades e carreiras. Cada escolha
conduz as nossas energias a caminhos específicos e fecha portas para vários
outros.

Lá pelos 30 anos, a maioria de nós já
definiu o rumo de nossas vidas. Temos nossa profissão, casamento, filhos,
religião, etc. É aqui que o idealismo de infância confronta a especificidade da
vida adulta, e as coisas podem se complicar… 



É fácil se apegar à ideia de
casamento, filhos e religião quando seu parceiro (a), filhos ou comunidade são
uma folha em branco na qual você pode projetar o que quiser. Mas quando você vê
as peculiaridades de cada um, torna-se tentador jogar a toalha…

E quando a realidade desbanca o romantismo,
você pode querer desistir – se divorciar, negligenciar filhos, parar de ir a
sua igreja. Mas o ideal é encarar isso como um teste. As pessoas realmente
maduras superam os idealismos de casamentos, famílias e igrejas perfeitas e
amam aqueles que Deus colocou em suas vidas.

[…] 

Você pode amar a todos que estão ao
seu redor porque eles não são perfeitos. Mas, Deus pede que os ame mesmo assim.”


(Extraído do livro Pão Diário, edição 2012)


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